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Quarta-feira, Dezembro 24, 2003
Oi
Pessoal...
  
Essa noite mais uma vez, paira no ar um sentimento de
solidariedade, de amor e esperança em novos dias. Esse
tempero que a todos embriaga há dois mil, é a celebração
da cristandade diante do apelo maior do Deus-Menino que
a todos veio salvar com o sacrifício do Calvário. É
uma questão de fé que há tanto tempo vem tangendo os
corações das pessoas de boa vontade.
O marketing do comércio aos poucos fez com que a figura
do Papai Noel fosse se sobrepondo à de Jesus e ao
significado de seu nascimento. As crianças pensam em
primeiro lugar no bom velhinho por causa da questão
consumista, porque a roda do comércio precisa caminhar
puxando o carro da produção. Entretanto, com pouco de
boa vontade e dessa necessidade que as famílias vão
tendo de percorrer de volta o caminho da
espiritualidade, nesse novo tempo que chega de desafios
e de incógnitas, dá para conciliar Jesus com Papai
Noel, a manjedoura com o pinheirinho de Natal, a oração
com o júbilo pelos presentes recebidos.
O Natal deve ter como significado maior a busca da
fraternidade e do perdão entre as pessoas, a paz na família,
o abraço sentido no toque da emoção de reencontros,
porque só se justifica viver quando se reparte o mesmo
pão, o mesmo teto e a mesma magia do amor. Essa é a
mensagem que há dois mil anos os anjos vem cantando no
céu de nossa existência e reviver a emoção é
preciso.

E uma das melhores histórias que Hollywood já produziu
com a pureza desse assunto é "A Felicidade não
se Compra" (1947) de Frank Capra. História
essa que subestimei por muitos anos, até me render e
resolver conferir se tantos elogios eram verdadeiros. A
primeira vez que assisti "It's a Wonderful Life
" (título original do filme que significa "É
uma vida maravilhosa"), foi no natal de 1999, e
ainda sobre o efeito da emoção e do clima natalino,
passei a amar essa verdadeira obra-prima.
Essa é a história de um Espírito desencarnado,
candidato a Anjo que, para ganhar suas asas, recebeu a
missão de ajudar um valoroso empresário que, em
virtude de um grave problema financeiro, provocado por
um desonesto banqueiro, tinha a intenção de se
suicidar

O aspirante a Anjo foi encontrá-lo na véspera do
Natal, à noite, prestes a saltar de uma ponte nas águas
geladas de um rio. Fazendo-se visível e se
identificando como anjo, falou de sua missão e sem
nenhuma pretensão de demovê-lo da idéia, comentou que
seria um desperdício, porque ele era muito importante
para muita gente. Ante o ceticismo de seu protegido, que
se sentia um fracassado, o amigo espiritual mostrou-lhe
varias situações que teriam acontecido se não fosse
sua interferência. A morte do irmão, a tristeza da
esposa, a situação lastimável de sua cidade entre
outras.
Eu choro toda vez que assisto "A Felicidade não
se Compra" e convido todos a assistirem essa
maravilhosas obra de arte, que principalmente nessa época
do ano, se torna mais linda e especial.

UM FELIZ NATAL...
BEIJOS RAFAEL !!!
Terça-feira, Dezembro 23, 2003
Oi pessoal...
Atendendo a pedidos dos nossos leitores, segue umas
fotos do nosso grupo momentos antes da 1ª apresentação
de Cacilda Becker no dia 03/12 e outra do dia
04/12.
A pergunta que não quer calar é: Eu estava mais negão
no 2º dia?

Beijo à todos,
Rafa!!!
Sábado, Dezembro 20, 2003
Pessoal... Boa tarde!!!
Algumas pessoa me procuraram pedindo que eu escrevesse
um pouco sobre música. Eu particularmente não me
considero um expert no assunto, embora gostaria. Mas
aproveitando o fim-de-ano, resolvi publicar os melhores
de 2003.
Quando se fala em escolher os melhores, seja lá de qual
segmento for, sempre temos muita polêmica. Sendo assim,
espero que vocês vejam essa lista como sendo os meus
melhores momentos de 2003 e quem quiser, pode incluir
seus prediletos nos comentários.
Álbuns Nacionais

# 01. Maria Rita - (Maria Rita)
Após uma longa espera, enfim, o álbum de estréia da
cantora Maria Rita, filha de uma das maiores intérpretes
da MPB, Elis Regina, chegou as paradas. No repertório
estão presentes canções de Marcelo Camelo, Rita Lee,
Lenine, Zélia Duncan, entre outros. O destaque fica por
conta da faixa "A Festa", um presente especial
de Milton Nascimento que no último dia da turnê
"Pietá" no Canecão, tirou do bolso um
pedacinho de papel escrito à mão onde estava a "A
Festa" e entregou a Maria Rita. Definitivamente,
vale a pena conferir.
Melhores faixas: "A Festa", "Santa
Chuva" e "Dos Gardenias"
# 02. Nando Reis - (A Letra A)
Nando Reis é um compositor que ficou escondido - e
protegido - do público geral pelos Titãs,
primeiramente, e depois por Cássia Eller. A parceria
dele com a cantora, em que um era o preferido do outro,
rendeu ótimos frutos para a cantora e uma maior confiança
do artista. Com a morte de Cássia, Nando perdeu a intérprete
e ganhou olhos mais atentos do público, principalmente
depois de ter deixado os Titãs por divergências
musicais. Agora, com seu novo disco "A Letra
A", Nando protege sua voz de tom sossegado sob as
melodias que compõem. Essas servem de defesa para a sua
poesia musical de predileções românticas, com pitadas
de sofrimento e auto-indulgência, com grande potencial
entre aqueles que gostam de canções baseadas em voz e
violão. O disco conta ainda com a participação
especial de Peter Buck, guitarrista do REM, tocando violão
de 12 cordas.
Melhores faixas: "De Mãos Dadas",
"Dentro Do mesmo Time" e "Tudo Mais"
# 03. O Rappa - (O Silêncio Q Procede o Esporro)
O grupo carioca Rappa foi formado em 1993, com forte
influência do movimento Mangue Beat e uma mistura
contagiante de ritmos como rap, hip hop, samba, rock e
reggae. Conquistaram seu lugar ao sol e, depois de 2
anos sem músicas inéditas, eles retornam com "O
Silêncio Q Precede o Esporro". São 11 músicas,
textos e muita poesia de Waly Salomão. As 10 faixas sem
título são arranjos, textos e poemas, mixados às
faixas musicais, o que torna o CD sem paradas!
Melhores faixas: "Reza Vela", "Deus
lhe Pague", e "O Salto"
Álbuns Internacionais

# 01. Cerys Matthews - (Cockahoop)
Para quem pensava que o destino da ex-vocalista do
Catatonia era incerto, Cockahoop veio para provar o
talento da garota. Com o fim do grupo, pegou suas malas
e foi para Nashville, interior dos Estados Unidos, para
gravar o seu primeiro disco em carreira solo. Repleto de
influências de folk e country music, a garota de voz
marcante apresenta um trabalho diferente para aqueles
que a conheceram em hits como: "Road Rage",
"Mulder and Scully", "Strange Glue",
entre outros.
Melhores faixas: "Only a Fool",
"Chardonnay" e "Ocean"
# 02. The White Stripes - (Elephant)
Antes mesmo de terem recebido uma indicação de melhor
disco do ano na última edição do Grammy, a dupla já
vinha recebendo críticas positivas de vários
especialistas. E não é a toa. Elephant consegue
mesclar melodias pesadas e com sonoridades que remetem o
estilo do blues ("In The Cold, Cold, Night"
com Meg White nos vocais), punk ("Black Math")
e rock de garagem ("Girl, You Have No Faith In
Medicine"). E tudo isso, dentro de um mesmo
trabalho.
Melhores faixas: "Black Math", "I Want
To Be The Boy" e "The Hardest Button To
Button"
# 03. Lisa Marie Presley - (To Whom It May Concern)
To Whom It May Concern é o disco de estréia de Lisa
Marie Presley. Sim. A filha de Elvis, ex de Michael
Jackson e Nicolas Cage, dá as caras no mundo da música.
Mas, caso você sabe apenas isto sobre ela, é capaz de
se surpreender com a voz e talento da moça. Recheado de
melodias pop/rock, Lisa segue os passos do pai e tem um
bom posto garantido na música, devido a forma que sua
voz harmoniza aqui com os arranjos produzidos.
Melhores faixas: "Sinkin´ In",
"Important" e "The Road Between"
E para encerrar, não poderia deixar de falar da escolha
da APCA, que elegeu os melhores de 2003 no
cinema, televisão e teatro. Foram cerca de 70 críticos
de artes dos principais veículos de São Paulo, todos
associados da Associação Paulista de Críticos de
Artes, a APCA, que elegeram
Cinema Nacional - O melhor filme foi O Homem Que
Copiava, de Jorge Furtado. Amarelo Manga ganhou na
categoria de direção (Cláudio Assis) e montagem
(Paulo Sacramento). O melhor ator foi Wagner Moura, por
Deus É Brasileiro, e a melhor atriz, Simone Spoladore,
por Desmundo. Na categoria de documentário, o
contemplado foi Nelson Freire, de João Moreira Salles.
O melhor roteiro foi o de Separações, de Domingos de
Oliveira.
Televisão - O Grande Prêmio da Crítica foi
para a minissérie A Casa das Sete Mulheres. Na
categoria de humor, o vencedor foi o Rock´n Gol, da
MTV. O melhor programa foi Cena Aberta, da Globo. Melhor
ator: Dan Stulback, por Mulheres Apaixonadas. Melhor
atriz: Nívea Maria, por A Casa das Sete Mulheres.
Revelação do ano vai para o programa Pânico, de Rede
TV. João Gordo, da MTV, foi escolhido como melhor
entrevistador.
Teatro - Os críticos da área teatral
decidiram-se por uma inovação. Escolheram seis espetáculos,
que consideraram os melhores e premiaram todos eles com
o troféu da APCA de melhor peça. Assim, os seis
premiados são os espetáculos Mire Veja (Cia. do Feijão),
A Morte de um Caixeiro-Viajante (Felipe Hirsch), Otelo
(Folias D´Arte), A Paixão segundo G.H. (Enrique Diaz),
A Poltrona Escura (Roberto Bacci) e Os Sertões, o Homem
e a Terra (Zé Celso Martinez Corrêa). O júri escolheu
também a atriz Cleyde Yáconis (a irmã da nossa
querida Cacilda Becker) para receber o Grande Prêmio da
Crítica, pelo conjunto de atuações.
Espero que tenham gostado.
Um beijo para todos, Rafa!!!
Segunda-feira, Dezembro 15, 2003

A apresentação da noite de ontem do espetáculo Gota
D' Água, concluiu com méritos mais do que
merecidos, o trabalho de formatura da trupe do 3º ano
do CCG 2003. A sensação de quem estava na arrojada
platéia era unânime: um trabalho de tamanha qualidade
não pode terminar sem presentear por mais tempo a nossa
cidade.

Eu assisti a "Gota" na concorrida estréia e
hoje pela segunda vez e além de poder ver os atores
mais soltos e seguros no palco, esta última apresentação
conseguiu arrancar mais lágrimas dos atores do que da
emocionada e chorosa platéia. Com um clima de despedida
no ar e aquela sensação de dever cumprido, as tensões
enclausuradas por tanto tempo vieram a tona e o que se
viu, foi uma empatia entre texto e elenco de arrepiar.

Para quem não viu (eu vi... 2x) e não está
conseguindo visualizar o por que de tantos elogios eu
vou explicar:
1º Porque eu sou "macaca de auditório"
desse grupo mesmo.
2º Imaginem um cenário 360º, que envolve o público
bem no centro e te transporta para (literalmente) o meio
de uma favela.
3º Um texto provocante e tenso, com músicas
cantadas ao vivo a 2 metros de você.
4º Uma história que sarcasticamente nos
identificamos, tanto no aspecto político social, quanto
interior e pessoal.
5º Um elenco afiado de 21 talentosos atores,
capazes de segurarem por mais de 1:40h a platéia presa
e imóvel na cadeira.
6º Texto de Paulo Pontes, músicas de Chico
Buarque e direção de Abílio Guedes.
Mais do que parabéns a todos do elenco, produção e técnica,
devemos agradecimento pelo prazer de assistir um espetáculo
de exuberante bom gosto e um pedido especial: Não
deixem essa ser a "Gota D' Água" !!!
Um beijo à todos,
Rafa!!!
Terça-feira, Dezembro 09, 2003
Hello...

Acho que movido pela tristeza, demorei para escrever
esse último capítulo dos acontecimentos que envolveram
CACILDA BECKER. O mais gratificante, foi fazer
parte de um trabalho que satisfez a todos que estavam
envolvidos (alguns de maneira mais completa, outros de
maneira mais modesta). Enfim... o objetivo de homenagear
Cacilda foi alcançado...
Como sempre é difícil de se livrar da "galinha
dos ovos de ouro", existem rumores de que CACILDA
BECKER voltará em 2004 para mais algumas apresentações.
Se isso realmente acontecer... nossos esforços poderão
ser mais uma vez recompensados, com o aplauso da platéia...
Para encerrar, fica a expectativa de 2004: Dias Gomes???
Jorge Amado??? Chico???
Qual você prefere? Deixe seu comentário sobre qual
texto devemos montar ano que vem.
Abraços,
Rafa!
Quinta-feira, Dezembro 04, 2003
Oi gente...

Vou escrever rápido, porque estou demais ocupado, mas não
posso deixar de escrever esse 4º capitulo dessa série
semanal CACILDA BECKER. Nesse penúltimo episódio,
muita emoção. A noite de ontem foi inesquecível para
toda a Equipe de CACILDA BECKER. Ainda sob
efeitos da emoção, parece que tudo saiu como queríamos
e o mais importante, acho que o público gostou!
Foi uma expectativa diferente... Isso porque não teve
correia nem nervossísmo exacerbado, estávamos calmos e
Tranquilos!
16h o teatro estava limpo, cadeiras postas,
cenografia meticulosamente posta na coxia. Enfim, tudo
pronto e arrumado.
17h o hall de entrada estava personalizado com
nossos elementos cênicos, cartazes de agradecimento,
apoio cultural, marketing das demais peças do Conservatório
e iluminação em perfeita harmonia.
18h todos os atores já tinham chegado e estavam
todos nos camarins se arrumando (sem tumulto e
correria), uns estavam deitados descansando, outros
sentados se concentrando. Algumas rodas de conversa e
piadas.
19h estava praticamente tudo pronto, figurinos,
maquiagens nos retoques finais... e pertubadoramente,
tudo bem! Pertubadoramente porque parecia estar tudo
bem. Mas como? Era a tão aguardada estréia e se não
fosse por aquele incomodo frio na barriga, parecia que já
fazíamos aquilo a uns 17 anos, pelo menos!
O clima no ar era o mais propício possível para que
tudo fosse perfeito.
19:45h, o Abílio reuniu todos para a "preleção"
e impecavelmente encerrou dizendo, que acima de tudo, o
espetáculo era em homenagem a Cacilda. Um grito final
de todos e abraços de força encerraram tudo o que
poderia ser feito...
20h terceiro sinal e Luzes da Ribalta...
21:30h... alguém deve estar de sacanagem! Todas
as emoções de nervossísmo, choro, medo e gritaria que
deveriam ter acontecido antes, começaram segundos após
o blacout final!!!
Agradecimentos, não podem faltar né?!?!
Aos nossos mestres, que pareciam neurocirurgiões no
tratamento calmo e sereno conosco, para que ninguém
ficasse nervoso ou estressado momentos antes.
A Equipe Técnica formada pelos alunos do 3º ano, que
com muito bom humor e prestatividade, nos ajudaram no
que foi necessário.
Beijos à todos,
Rafa!!!
Quarta-feira, Dezembro 03, 2003
Oi
Pessoal...

Hoje, 03 de dezembro de 2003, as 20h, no teatro do
Conservatório Carlos Gomes, será o tão aguardado dia
para o 1º ano do CCG.
A apresentação da CACILDA BECKER além de uma
realização pessoal para nós, é uma maneira bastante
especial de conseguirmos driblar as dificuldades para a
realização de arte no país.
Ao todo foram 123 dias de elaboração, 31 textos para o
elenco e produção,
27 atores, 1 coordenador cênico, 1 auxiliar de coord. cênica,
1 iluminador,
1 agulha de bordar, 4 alianças, 1 árvore, 2 aventais,
2 bancos, 1 barba falsa,
1 barriga falsa, 2 bengalas, 1 bermuda, 4 blusas, 1
boina, 4 botas, 1 botina,
3 cadeiras, 1 caixa de fósforo, 3 caixotes de madeira,
17 calças, 1 cama,
1 camafeu, 13 camisas, 1 canivete, 1 capa, 1 carriola, 5
cartazes promocionais,
1 cartola, 1 casaco, 1 CD com 17 faixas de músicas e
sonoplastia, 8 chapeis,
1 chicote, 1 colar, 7 coletes, 4 copos, 1 corcunda
falsa, 0,5 coreto,
17 crachás para equipe técnica, 1 espingarda, 1
estola, 2 facas,
1 espanador, 500g de pan cake, batom, sobras e demais
maquiagens,
1 faixa de boas vindas, 2 faixas de cabelo, 3 fraque, 1
frasco com sangue cênico,
1 garrafa de whisky, 4 gravatas, 2 guarda-chuvas, 1
habito de freira,
2 imagens de santos, 200 ingressos, 1 isqueiro, 4 lenços,
5 litros de tinta,
1 livro, 1 maço de cigarro, 2 malas, 1 mancebo, 3
mesinhas,
2 óculos, 4 paletós, 5 par de meia calça, 14 pares de
brincos, 2 pares de chinelo,
3 pares de luvas, 15 pares de meia, 12 pares de sapatos,
4 poltronas,
1 porca de porcelana, 1 porta-retrato, 210 programas
promocionais,
7 pulseiras, 1 relógio de bolso, 25 revelação de
fotos promocionais,
8 rodinhas, 1 rolo de esparadrapo, 1 rolo de fumo, 1
rolo de gaze,
2 sacos de arroz, 2 saias, 3 sandálias, 1 Santo Antônio,
1 sobretudo,
1 suspensório, 1 tapete, 2 tayeres, 1 terço, 2 tiaras,
30 tipos de jóias em geral (tudo biju), 4 toalha de
mesa, 3 vasos de planta,
1 vassoura, 1 vela de 7 dias e 8 vestidos...
Enfim... para muitos pode parecer bobagem... mas para
nós é coisa séria!!!
Espero que todos se divirtam nesses dois dias, porque se
não for para essa finalidade, não valerá a pena.
Beijos à todos,
Rafa!!!
Terça-feira, Dezembro 02, 2003
Oi
Pessoal...

Hoje é o dia do nosso "ensaio geral". As
19:15h em ponto começará a nossa última chance de
aparar as arestas.
O ensaio de ontem, parece que apresentou uma melhora com
os da semana passada. Principalmente as narrações...
O pessoal do conservatório está parecendo aquelas
formigas de desenho animado, nas vésperas do inverno,
correndo de um lado para o outro para deixar tudo
pronto, antes que comece a cair a neve... quer dizer que
comece o espetáculo...
Bom... todo mundo já sabe que é amanhã e quinta... não
percam... é de graça!!!
Beijos,
Rafa!!
Segunda-feira, Dezembro 01, 2003
Oi queridos...

Hoje começaremos a reta final para nossa prova cênica
de fim de ano.
Além do ensaio de hoje, teremos o de "Ensaio
Geral" de amanhã e ai... luzes da ribalta!!!
É hora de todos estarem cada vez mais unidos, para que
tudo de certo!!!
Beijo à todos, Rafa!!!
Domingo, Novembro 30, 2003
Hello
Folks...
Consegui hoje uma foto que eu gosto muito. Ela foi
tirada na nossa 1ª prova cênica no final do 1º
semestre desse ano.
Nós tínhamos apresentado uma adaptação do "Velório
a Brasileira" de Aziz Bajour e o grupo que montamos
foi muito legal de trabalhar (eu, Thamy, Sidney,
Danielly, Tiago e a Gisele). Isso porque além de não
rolar stress entre agente e darmos muitas risadas nos
ensaios, foi uma ótima oportunidade de conhecer melhor
essas pessoas que hoje considero muito.
Tá!! Até ai tudo bem!! Quando acabou a apresentação
de todos os grupos, montamos uma cena rápida na anti
sala do teatro, para que o público tivesse um bônus
final da noite. De repente... quem sai do teatro? Nosso
Yoda... quer dizer... o Abílio. Não conseguimos conter
o entusiasmo e após uma rápida e incisiva abordagem
ele estava ao nosso lado pronto para tirar uma foto
conosco e... Spammm...
Pronto!! Tiramos a foto, mas o grande problema dela, é
que mesmo eu estando nitidamente visível, eu
praticamente desapareci desse registro (e o Tiago também).
Isso por que quem vê a foto da esquerda para a direita
vai fazendo o seguinte raciocínio na cabeça:
"Olha que legal! A Thamy, o Sidney, a Gisele, a
Dani... O QUE??? O ABÍLIO??? VEJAM... É O ABÍLIO!!!"

Thamy Quintanilha, Sidney Laranjeira, a Gisele Walters,
a Danielly Borges e... o que? O Abílio?
Ou seja, o dedo corre direto para cima dele e ninguém
me vê, assim como o mineirinho!
Mas tudo bem! Adorei esse dia, adorei esse grupo, adorei
essa foto!!!
E até o final do ano vou tirar várias fotos... isso
porque sou macaca de auditório desse grupo!!!
Um beijo,
Rafa!
Sábado, Novembro 29, 2003
Oi
gente!!!
A sexta-feira foi um dia marcante para mim onde
trabalho. Estamos no meio da organização de uma
campanha motivacional com a Equipe e eu acho que pelo
fato de gostar tanto deles que a minha inspiração
acaba fluindo mais naturalmente. Sabe como é, né?
Quando você gosta do que faz e gosta de onde está, você
acaba se tornando mais criativo e produtivo...

A minha curta experiência como gestor, me diz que uma
campanha de motivação não pode simplesmente ter um
começo bem elaborado e um final previamente traçado.
Ela precisa ter um recheio... é isso mesmo... não é o
meio... é o recheio. Tão saboroso quanto um recheio de
bolacha, salgado ou sanduiche. Afinal de contas, é o
recheio que nos deixa com água na boca.
O nome da campanha é Galeria da Fama, porque queria
reforçar os "talentos" que tenho o prazer de
trabalhar diariamente, e para esse recheio, eu queria
trazer uma celebridade para visitar a Equipe. Tinha que
ser alguma celebridade famosa, que deixase eles felizes
e de boca aberta. Mas também precisava ter "valor
agregado". Não adiantava ser um artista famoso do
momento, que não acrescentasse nada de valor para eles.
Precisava ter "valor agregado", alguém que
tivesse algo a dizer apenas com sua imagem e presença.
E em meu devaneio... não tive dúvidas... porque não o
Beethoven do Giovannetti.
Claro!!! Por que não? Ele é super famoso e querido na
cidade. Tem identificação direta com os jovens que
frequentam o Giovannetti. E principalmente: tem
"valor agregado". Isso porque uma casa igual
ao Giovannetti, tem as pencas em Campinas. E todas tem o
mesmo produto: Chop, cerveja, lanches, aperitivos e
etc... Mas o que diferencia a casa, é exatamente o tipo
de atendimento mais humano, carismático e de qualidade
e o Beethovenn é a personificação desse conceito. É
a imagem viva desse diferencial. E assim como o
Giovannetti, a minha empresa tem concorrentes que
oferecem o mesmo tipo de serviço, mas é esse
"valor agregado" que tem que estar presente
constantemente.
E acreditem... ele foi! Depois de alguns dias de negociações,
internas e com a equipe de relações públicas do
Giovannetti, ele chegou e devo confessar que não podia
imaginar o que estava para acontecer quando ele desceu
do seu carro.
No exato momento em que ele entrou no estacionamento e
se preparava para subir o prédio rumo a nossa Equipe,
um e-mail disparado para toda a empresa comunicou a
surpresa. Foi uma loucura!!! A empresa parou para ver o
Beethovenn. Nunca vi tanta gente dentro do nosso andar.
Acho que gente que nunca foi lá, correu para saber se
era verdade. E o melhor é que era!
Uns queriam abraça-lo, tirar foto. Outros ficavam de
boca aberta pensando "O Beethovenn está no meio do
escritório... eu devo estar sonhando". Em em meio
a tanto empurra-empurra a nossa celebridade soltava uns
AU!!! AU!!! (com exclamação e tudo... porque sabia que
estava sendo a atração da festa).
Não tenho palavras para dizer o quanto fiquei feliz e
surpreso com tudo isso. Jamais imaginaria que isso daria
tamanha movimentação. Espero que tenha atingido a
Equipe da maneira que concebi inicialmente.
Agradecimentos não poderiam faltar. Em primeiro lugar,
a Juliana Soares que correu com tudo para isso dar
certo. A Verônica e a Fabiana da área de marketing do
Giovannetti, que com MUITO BOM HUMOR compraram
essa idéia maluca e ainda nos presentearam com um
delixioso almoço no Giovannetti V. E ao
Pinheiro, que é o adestrador do Beethovenn, que com
muita disposição aguentou todo o assédio do pessoal.
Quem quiser saber mais sobre o trabalho dele comom os cães
pode acessar seu site Sede Dod.
Um beijo a todos,
Rafa!
Quinta-feira, Novembro 27, 2003
Oi pessoal...
Essa semana eu aluguei cinco filmes clássicos que eu
queria rever. Eu andava meio deprimido de assistir
filmes inéditos sem o menor conteúdo. Então apelei
para os mestres.
O primeiro que eu assisti foi Intriga Internacional e
escrever sobre um filme de que eu gosto muito, sempre
foi muito complicado mim. Não sei bem o que falar sobre
Intriga Internacional. Posso dizer que ele é o equilíbrio
exato entre diversão, técnica e conteúdo. Posso
escrever aqui também que a direção de atores é
perfeita e que o sarcasmo do diretor aparece em todas as
falas de Cary Grant, ancorado por coadjuvantes impagáveis,
como a doce e duvidosa Eva Marie Saint, o cínico e
cerebral James Mason, o macabro Martin Landau (que está
sublime) ou a deliciosa Jessie Royce Landis, que merecia
ter concorrido ao Oscar. Posso falar ainda que tem uma
das seqüências mais espetaculares da história do
cinema (a da perseguição no milharal). Se eu escrever
ou falar isso tudo, eu usarei muitos adjetivos. E texto
com excesso de adjetivos prejudica a assimilação da
informação, que fica bastante questionável.

Intriga Internacional talvez tenha sido a minha
melhor Sessão da Tarde (...sim, eu vi Intriga
Internacional na sessão vespertina da Rede Globo - no
tempo em que isso significava diversão bem feita e
inteligente). Mas seria muito saudosismo e como sempre
me acusam de usar a memória afetiva para falar dos
filmes, melhor não. Bem, eu não me envergonho nem um
pouco de ser nostálgico, nem acho que nos meus comentários
pessoais - afinal, ninguém está me pagando nada - eu
precise ser conciso, correto, objetivo e imparcial. Então,
o que eu devo escrever? Será que seria o caso de
lembrar da câmera espertíssima de Alfred Hitchcock.
Mas o cara fez Janela Indiscreta e tem aquele plano da
escada do Psicose... É, acho que esse não é o
caminho.
Acho então que eu vou mais é ficar calado. Até porque
o Hitchcock não precisa de nenhum texto meu para falar
que seus filmes são bons. A certa altura de Intriga
Internacional, o público está provavelmente tão
perdido na história quanto o personagem vivido por Cary
Grant. Então, o cineasta se encarrega didaticamente de
inserir no filme uma seqüência cujo maior objetivo é
o de "recuperar" alguns detalhes para o
protagonista ¿ e também para o espectador. Lembre-se,
no entanto, que o segredo de Hitchcock não consistia
apenas dessa espécie de formula, simples de compreender
mas difícil de executar. Humor, religião e sexo eram
alguns dos principais elementos que costumavam rechear
suas tramas e contribuíam para o envolvimento da platéia.

Existem duas maneiras de se analisar a filmografia de Alfred
Hitchcok: habitualmente, seus filmes variavam sobre
o cidadão comum envolvido em situações além de sua
compreensão, ou tramas intrincadas com toques macabros
- com um fino humor negro. "Intriga
Internacional" é um road-movie aventuresco com um
impecável Cary Grant tentando descobrir o que houve com
sua vida pacata agora envolta em espiões
internacionais, chantagem e perseguições. Hitchcok
para ontem, hoje e sempre.
E Intriga Internacional, pela trama
maravilhosamente intrigante de Ernest Lehman, pela música
hipnótica de Bernard Herrmann, pelos atores, pela direção,
é muito mais que bom, é simplesmente, genial.
O que você ainda está esperando? Corre para a
locadora!!!
Um beijo, Rafa!
Domingo, Novembro 23, 2003
Good Night People...
Antes de acabar oficialmente o final-de-semana,
atendendo a pedidos... segue a música que abrirá o
nosso espetáculo: Luzes da Ribalta.
Para quem não estava no ensaio com o Abílio quando ele
revelou que usará a música, Luzes da Ribalta é
considerado o hino do teatro.
A música foi composta pelo genial Charles Chaplin em
1952, como integrante da trilha sonora do filme
Limelight (Luzes da Cidade). Este filme tive a
oportunidade de assistir no Telecine Classic, porque ele
era inédito em vídeo no Brasil. Até que esse ano, com
o lançamento de um BOX com oito DVDs de Charles
Chaplin, a Warner nos deu o prazer de ver essa belíssima
obra toda restaurada em DVD.
Limelight (1952), narra a impossível história de amor
entre Calvero, um grande palhaço em decadência, e
Theresa, uma jovem bailarina que triunfa depois de
superar uma tentativa de suicídio. Antes deste filme,
cuja duração supera duas horas, Chaplin nunca tinha
feito com que o seu público chorasse de forma tão
direta, nem colocado tão explicitamente o lado mais
amargo da difícil arte de fazer rir.

Constantemente a televisão faz questão de dizer o
quanto o Oscar menosprezou os filmes de Chaplin e só
lhe deu um Oscar Honorário em 1972, pelo conjunto de
sua obra, deixando de lado a premiação de melhor filme
e diretor para trabalhos antológicos do mestre. Porém,
o que ninguém publica, é que em 1952 Chaplin ganhou o
Oscar de melhor música com Limelight (que é
originalmente composta apenas por instrumentos).
O filme ainda nos brinda com Charles Chaplin dividindo o
palco em uma breve, mas inesquecível parceria com seu
grande contemporâneo, Buster Keaton. Gente... Chaplin e
Keaton... corre para a locadora!!!

Abaixo, segue letra da música na versão em português:
Luzes da Ribalta
Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam, nada mais
É sonhar em vão tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós
Não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
Quem quiser eu posso enviar por e-mail o MP3 da versão
original e em português.
É só solicitarem por e-mail.
Um beijo à todos,
Rafa!
Domingo, Novembro 23, 2003
Hello
Folks...
Sábado quando cheguei no Conservatório pela manhã,
recebi a GRANDE NOTÍCIA de que os médicos liberaram a
Thamy para participar das nossas apresentações dia 03
e 04 de dezembro. Estrela é assim mesmo... faz charme
em cima da hora do espetáculo, deixa todo mundo com
frio na barriga, mas na hora H está lá... brilhando!
Ficamos todos muito contentes com a notícia. E você já
sabe, né Thamy: Se precisar jogar a
"urucubaca" pra lá no Pega Fogo e só ir
ensaiar no solo sagrado do pátio da prefeitura. Nós do
Santo e a Porca fomos lá 2x essa semana. Se não
decolar agora, nem o Constantin daria jeito.
Mas o importante é que a Thamy está de volta, e o seu
Pega Fogo também. Assim vamos poder ver a impagável
sequência entre ela e o Fabião... onde eles exageram:
PEGA FOGO - Então o Sr. sabia que eu era
inteligente, mas pensava que fosse egoísta, assim como
feio?
SR. LEPIC - Pra começar, não és feio.
PEGA FOGO - Mamãe diz isso o tempo todo.
SR. LEPIC - Ela exagera.
PEGA FOGO - O professor de desenho me acha
bonito.
SR. LEPIC - Ele também exagera.

Thamy, agora você precisa pagar a sua promessa. Vai ter
que depilar a perna!
E relaxa um pouco, porque essa história de ficar se
dedicando ao extremo, usar banheiro masculino, fazer
regime, ficar olhando o piruzinho, fazer xixi em pé e
prender o seio, está fazendo o Eugênio Kusnet dar
reviravoltas no caixão!!! Desse jeito eu vou ter que
dar razão ao Tiago e você não vai poder participar do
"item 17": Batidas.
Ah... para terminar, só mais dois comentários: A Bárbara
está tão empolgada com a idéia de participar dos
Saltimbancos que já fez sua matricula no Balé do
Conservatório. Força Barby! E o Thiago Pernilongo,
depois de lançar seu nome artístico (Thiago Marinelli)
vai levar nessa segunda-feira o mais novo integrante do
grupo O Santo e a Porca. É sério... amanhã vocês vão
conhecer o nosso sexto elemento.
Um abraço pra todo mundo,
Rafa!
Quinta-feira, Novembro 20, 2003
Oi
gente...
Hoje nós do "O Santo e a Porca" fomos
ensaiar no pátio da prefeitura, já que o Conservatório
não abriu em virtude do Dia Internacional da Consciência
Negra. Acho que só o Conservatório fechou, né?!?
Porque eu e quase todo mundo que conheço trabalhou o
dia inteiro. Como sempre, conversei com várias pessoas
que nem sabiam do que era o feriado. Mas o pior eram os
que sabiam, mas não entendiam o que significava a
Consciência Negra. Para esses, segue uma imagem muito
bem bolada pela nossa colega Raquel, que desenvolveu um
personagem negra, em conflito com a sua identidade
racial.

Show de apresentação da Raquel...
Um beijo à todos, Rafa!
Quinta-feira, Novembro 20, 2003
Oi
Gente...
Hoje não consegui deixar de escrever. Como ficamos
muito emocionados nesta noite, mesmo com muito sono
resolvi escrever um pouco.
A quarta-feira no ccg começou com o maior fiasco da
história do nosso 1º ano. A nossa apresentação do
"Sonhos de uma Noite de Verão" foi digna de
um filme de terror... mas vou confessar que gostei
de fazer!!! É isso mesmo... gostei, porque já fazia
algum tempo que não exercitávamos um pouco de nossa
improvisação... e a tônica da apresentação foi
exatamente "improvisar". Mas mais uma vez
confesso... adorei... foi divertido fazer!. Foi
divertindo ver Eu, a Pri, o Jefferson, a Naira, a
Amanda, o Fabinho, o Thiago, a Ana e a Luana rebolando
para conseguir agradar um pouquinho!
E se divertir, é o que não pode em hipótese nenhuma
deixar de existir no nosso grupo. A Bárbara se colocou
muito bem quando disse que precisamos reencontrar a
alegria de estarmos em busca de um resultado em grupo.
Como já me confessei 2 vezes, vou confessar a 3ª... em
um país onde não existe apoio governamental para a
formação e produção de arte e cultura, somos
verdadeiros privilegiados por estarmos conseguindo
estudar teatro.
Os acontecimentos desta noite, de uma maneira bastante
singular, tocaram cada um de nós de uma forma muito
pessoal, mas tenho certeza que fez soar um desejo de
agarrar essa oportunidade que estamos tendo, de uma
maneira tão forte... com as duas mãos... com os 10
dedos... que AGORA VAI!!!
A foto abaixo é uma ilustração muito bonita da nossa
turma, toda unida em cima do palco. Eu gosto muito dessa
foto porque mostra o quanto nós somos capazes de sermos
felizes juntos...

E essa outra foto é das nossas lindas Cacildas, como nós
mais gostamos de vê-las... realizadas!!!

Vou fazer das palavras da Pri, as minhas: "Estou
muito feliz de estar hoje nesse grupo, porque hoje, nós
conseguimos nos unir de maneira organizada."
Como diria Paulo Miklos: "vou ser feliz e já
volto".
Um beijo à todos,
Rafa!!!
Quarta-feira, Novembro 19, 2003
Oi
Pessoal...
Essa semana eu e o Tiago Gonçalves estávamos lembrando
de uma cena muito engraçada do maravilhoso "Indiana
Jones e a Última Cruzada". O mais fantástico
desse filme, é como Spielberg e George Lucas
conseguiram achar o equilíbrio perfeito entre aventura,
comédia e suspense.
Uma das minhas cenas favoritas, é quando Indiana Jones
e seu pai são capturados pelos nazistas. Os alemães
começam a interroga-los sobre onde está o "mapa
sem nomes" do diário do Dr. Jones. Indiana
entregou o mapa para o seu amigo Marcus Brody, que nesse
filme faz um tipo bastante atrapalhado e desastrado.
Sabendo que Marcus não teria muita chance contra o exército
alemão, Indiana resolve assustar um pouco os nazistas
inventando algumas mentiras a respeito de Marcus,
tentando assim, dar alguma vantagem ao colega (que
segundo o próprio Prof. Jones "conseguiu se
perder dentro do próprio museu").
Para quem não se lembra de quem é o Marcus, veja a
foto abaixo:

O resultado acabou sendo um texto afiado e bastante
engraçado. Vejam:
Dra. Schneider - Havia um mapa no diário. Um
mapa sem nomes, com a rota para o canyon da Lua
Crescente.
Indiana - Isso Mesmo.
Donovan - Onde está o mapa?
Dra. Schneider - É inútil, não vai dizer. Não
precisa. É óbivio onde está. Ele deu a Marcus Brody.
Prof. Jones - O pobre Marcus? Ele não foi feito
para essas coisas!
Donovan - Será fácil encontrá-lo.
Indiana - Nunca. Está com dois dias de vantagens
e tem amigos em toda parte. Fala 12 línguas. Conhece os
costumes locais. Vai desaparecer totalmente. É provavel
que já tenha o Graal.
Em uma sequência seguinte, Marcus aparece no meio de
uma estação de trem lotada, no meio do Cairo. Ele está
mais perdido do que cego em tiroteio, cheio de penas de
galinha no terno e suando como uma bica e falando no
meio do povo:
Marcus - Alguém fala inglês? Ou Grego Arcaico
O filme é fantástico. Tem diversas sequências como
essa e está (finalmente) disponível em DVD junto com
dois primeiros filmes da série, mais um exclusivo só
de extras.
É um momento único para ver Spielberg, Lucas Harrison
Ford e Sean Connery juntos e em grande forma. Fiquei até
com água na boca depois de conversarmos sobre o filme.
Acho que vou pedir uma pizza e assistir o três capítulos
de uma vez só...
Um beijo à todos,
Rafa!
Domingo, Novembro 16, 2003
Oi
Gente...
Esse é o primeiro post que estou colocando no meu Blog.
Espero que as coisas que eu vou escrever aqui agradem a
todos, pois eu estou me divertindo muito com essa idéia
de poder falar e "postar" os meus pensamentos
para vocês.
Como não podia deixar de ser, vou falar da nossa
apresentação cênica que acontecerá dia 3 e 4 de
dezembro no teatro do Conservatório Carlos Gomes as
19h. O nome da apresentação será "Cacilda
Becker". Espero ver todos vocês lá
assistindo, porque eu e parte do grupo estamos dando um
duro danado para a apresentação ficar impecável.

Esse é o poster da apresentação que eu fiz.
Nele, além da foto grande da Cacilda, eu usei as fotos
individuais das grande atrizes Danielly Viegas,
Priscila Menegazzo, Naíra Pinheiro, Thamy Quintanilha,
Daniele Borges e Ana Helena Toledo. Ficou bonito, né!?!?!
Bom pessol!!! Espero ve-los lá... e dessa vez não vai
ter desculpas, porque a apresentação será de graça!
Um beijão, Rafa!
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